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Skit Company Records

A Skit Company Records é uma editora angolana independente fundada em 2010 por Skit Van Darken. Em 2016, a editora lançou uma coletânea intitulada Sujo que juntou grandes nomes do Horrorcore e do Hardcore Rap independente, como Chapa Blasfemo, Semdó, Sajko Psychobrat, Exorcistas Ocultos, Movimento Kampa Preta, Mimax Corpsegrind, Assassino das Palavras, U Ghoxmico, Phezty Humana, Guardião Poeta Mistiko. Há representantes da gravadora em países como Brasil, México e Moçambique.

Alguns artistas da editora já foram “All Star Rap Game[1]“, chart do portal de divulgação do Rap da lusofonia aPalavrado como Skit Van Darken em 2019, que teve seu álbum Il Lycathrope Vocifera La Sophia nos “Essenciais 2019[2]” do mesmo portal, ao lado de obras de grandes artistas lusófonos como NGA. A editora antigamente tinha um enfoque mais Horrorcore com artistas como como Chapa Blasfemo, Sajko Psychobrat, Skit Van Darken, Grindblack Psychadelicz Nekroxxiztas, Sulfúrico, e  Hoje em dia, a gravadora tem também trabalhado com artistas como Ngana MC.

História

A Skit Company foi fundada em 2010, por Skit Van Darken, como um selo musical sob qual pretendia lançar todas suas produções e criações[3]. Tendo crescido e se afirmado como uma editora independente de Underground Rap, Metal e Dubstep.

Grandes nomes do horrorcore angolano já juntaram-se à Skit Company em vários projectos, como por exemplo Raf Tag, Sulfúrico (Templo de Xiento/Trifonia),. Vários artistas independentes pelo mundo todo possuem trabalhos ou possuíram  com a editora, por exemplo: Rzeznick (República Checa), Taurus Earth Cleanser(República Cehca), Nekropolis(França e Canadá),  Joens Gore (Brasil) Kata Klown (França).

O primeiro artista a vincular com a editora foi Flash MC, rapper moçambicano em 2011. O selo também lançou 2 bandas de rock e ainda trabalha com o gênero.

No México a representação tornou-se oficial com afiliação directa de Chapa Blasfemo. Já no Brasil, teve representação oficial por curto tempo artisticamente através de Joens Gore[4] e administrativamente por intermédio da QXIZ Produções de Octávio Fiedler (2015). Que resultou em lançamento de alguns singles álbuns instrumentais. Em 2016 terminou a representação brasileira e logo a seguir  em 2017, foi absorvida pela startup angolana Fluxodigital.

A Skit Company é umas das únicas editoras do continente africano orientada à música extrema[5], activa desde 2010 sem períodos de inactividade[5]
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